Por que a estrutura física importa
Quando uma empresa leva os servidores para a nuvem, eles continuam existindo em algum lugar: numa sala com energia, refrigeração, internet e controle de acesso. A qualidade desse lugar define boa parte do que acontece com os seus sistemas. Um servidor excelente numa sala sem nobreak adequado para no primeiro apagão; um link único de internet derruba todo mundo quando a operadora tem problema.
O data center da DataHead em Londrina foi montado para reduzir esses pontos únicos de falha em energia, climatização e conectividade. A seguir, explicamos cada recurso e o que ele significa na prática para a sua empresa. Se você está comparando opções, o artigo como escolher um datacenter lista as perguntas certas a fazer para qualquer fornecedor.
Energia redundante
A energia é protegida em camadas. Os nobreaks mantêm os equipamentos ligados no instante em que a rede elétrica falha, sem que os servidores percebam a oscilação. O banco de baterias sustenta essa alimentação nos primeiros momentos. A transferência automática faz a troca para o grupo gerador sem depender de alguém apertar um botão, e o gerador assume a carga enquanto a concessionária não volta.
Para a empresa, isso significa que uma queda de energia na cidade não desliga o sistema de gestão, a loja virtual ou o acesso remoto dos funcionários. Compare com o servidor no escritório, onde o nobreak costuma segurar poucos minutos e um desligamento abrupto ainda pode corromper bancos de dados. O artigo custos escondidos do servidor no escritório detalha esse risco.
Climatização redundante
Servidores geram calor o tempo todo e precisam de temperatura controlada para funcionar de forma estável. Calor em excesso reduz a vida útil de discos e processadores e provoca travamentos que parecem aleatórios. No datacenter, a climatização é redundante: se um equipamento de refrigeração falha ou entra em manutenção, outro mantém o ambiente sob controle.
No escritório, o servidor costuma dividir o ar-condicionado com as pessoas, que é desligado à noite, no fim de semana e nas férias coletivas. No datacenter, a refrigeração existe só para os equipamentos, funciona em regime contínuo e conta com redundância.
Conectividade e segurança física
A conexão com a internet usa links de operadoras diferentes, que chegam por rotas de entrada independentes. Isso protege contra dois problemas distintos: a falha de uma operadora e o rompimento físico de um cabo na rua. O roteamento BGP permite que o tráfego encontre automaticamente o caminho disponível quando um dos links cai, sem que você precise trocar endereço ou configuração.
A segurança física combina controle de acesso biométrico, que registra e restringe quem entra no ambiente dos servidores, CFTV com gravação e vigilância 24 horas no prédio. O objetivo é que só pessoas autorizadas cheguem perto dos equipamentos que guardam os seus dados. Essa estrutura física também é a base para serviços como a proteção DDoS e o firewall gerenciado.
Dados no Brasil, atendimento em Londrina
Os servidores e os dados dos clientes ficam aqui, no Brasil, no nosso datacenter em Londrina. Isso traz duas vantagens práticas. A primeira é a LGPD: saber exatamente em que país e em que endereço as informações estão facilita responder a clientes, auditorias e ao próprio departamento jurídico. A segunda é a distância: usuários no Brasil acessam servidores mais próximos, o que costuma deixar sistemas e sites mais responsivos do que estruturas no exterior. O artigo por que hospedar servidores no Brasil aprofunda esses pontos.
O datacenter fica na Avenida Higienópolis, 1601, Centro, Londrina/PR. O atendimento comercial e técnico funciona de segunda a sexta, das 8h às 18h, pelo telefone (43) 3198-0002, pelo WhatsApp ou pelo formulário de contato. A cobrança é em reais, sem variação cambial. Sobre essa estrutura rodam a VPS, o servidor dedicado, a cloud privada, o storage S3 e o backup em nuvem. Empresas da cidade podem ver também a página de servidor em nuvem em Londrina.
Quem usa o datacenter de Londrina
O datacenter e a equipe da DataHead atendem empresas de toda a região: Cambé, Ibiporã, Rolândia, Arapongas, Apucarana, Maringá e Cornélio Procópio. A contratação e a migração são feitas a distância, e os servidores ficam no mesmo datacenter, aqui no Centro de Londrina.
Perguntas frequentes
Onde fica o datacenter da DataHead?
Na Avenida Higienópolis, 1601, no Centro de Londrina, Paraná.
O que acontece se faltar energia em Londrina?
Os nobreaks e o banco de baterias seguram a alimentação no primeiro momento e a transferência automática passa a carga para o grupo gerador, sem desligar os servidores.
E se a internet de uma operadora cair?
O datacenter tem links de operadoras diferentes, com rotas de entrada independentes, e o roteamento BGP direciona o tráfego para o caminho disponível.
Quem pode entrar no ambiente dos servidores?
Apenas pessoas autorizadas. O acesso é controlado por biometria, há CFTV com gravação e vigilância 24 horas no prédio.
Os meus dados ficam no Brasil?
Sim. Os servidores e os dados dos clientes ficam no datacenter da DataHead em Londrina/PR.
Qual o horário de atendimento?
O atendimento comercial e técnico funciona de segunda a sexta, das 8h às 18h.